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Como ler Fedora & Reinaldo - Jornalismo Platônico

As postagens em Fedora & Reinaldo são comentários feitos por Fedora em resposta a artigos de Reinaldo Azevedo publicados em seu blog na Veja.com. Para ler o artigo que originou o comentário, basta clicar no link ReinaldoAzevedo-Blog-VEJA.com abaixo do título de cada post.
Mostrando postagens com marcador cidadania. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Sete anos hoje. Meu muito obrigado a vocês!*

Reinaldo Azevedo - Blog - VEJA.com

Reinaldo,

Parabéns! E obrigada por aceitar meus comentários em seus artigos. Há três anos e meio conheci você através deste blog. Comecei a me aventurar fazendo comentários e a divulgar seu blog. Isso porque encontrei em você e em seu blog o pensar política e cidadania como eu penso. Além da mesma aversão petralha, é claro. Não às pessoas, mas ao pensamento e atitude petralhista que está contaminando nosso país. Mas, isso é democracia, a diversidade de pensamentos, mesmo que estes não coadunem com os nossos, mesmo que esses adoeçam a nação…

Seu blog é um espaço onde podemos fazer a revolução sem o vandalismo que está acontecendo nos últimos dias nas ruas das cidades brasileiras. Seu blog é um espaço onde eu, você e todos os demais leitores podemos interagir mesmo sendo diferentes. Eu cristã protestante, você cristão católico. Porém com algo em comum: somos cristãos. Cristo nos uniu.

Ainda há alguns que, não concordando com o que falamos, dizem que você tem “feito minha cabeça”. Estão enganados. Mas, isso não me ofende. Pelo contrário, envaidecida por ter meus comentários publicados aqui é que reuni todos eles em um blog que criei e no qual evidencio minha homenagem a ti. É o “FEDORA & REINALDO – Jornalismo Platônico”. “Jornalismo Platônico” porque, apesar de não ser jornalista, você tem me dado a oportunidade de expressar minha opinião política e minha cidadania. “Platônico” porque essa nossa relação, nossa interatividade, é à distância, você em São Paulo e eu em Goiânia.

“FEDORA & REINALDO – Jornalismo Platônico” está, com este, completando 155 comentários em seus artigos. eu digo que, em respeito a você, resolvi “vestir o chapéu”.

Fedora é só um heterônimo que, a exemplo de Fernando Pessoa, adotei. A ideia era um chapéu trocando ideias com o seu chapéu Panamá.

Sou grata à Veja.com por mantê-lo no grupo. Apesar de pensar que o mérito é seu. E de dona Reinalda, é claro! Não poderia deixar de citá-la.

No mais, que continuemos nossa manifestação aqui e em “FEDORA & REINALDO – Jornalismo Platônico” – fedoraereinaldo.blogspot.com.br.

Como diz o Apóstolo Paulo na Carta aos Filipenses:

“Não importa o que aconteça, exerçam a sua cidadania de maneira digna do evangelho de Cristo."

Graça e Paz!


terça-feira, 18 de junho de 2013

Fogo destrói carro da TV Record; “âncora” de programa, que se faz porta-voz dos baderneiros, passa a chamar incendiários de bandidos. Mas continua a perguntar: “O que você quer? Hospital ou Copa do Mundo?” Nota: Record não tem direito de transmissão de evento.*

Reinaldo Azevedo - Blog - VEJA.com

Reinaldo,

Parabenizo-o por manter a sensatez neste blog. Com certeza, esse é o maior motivo por ter alcançado o recorde de acessos.
Tenho ficado quietinha nos últimos dias, só observando a balbúrdia que tem se instalado no Brasil. Tenho ficado no meu canto, só observando, porque não acredito nesse movimento “fake democrático”.  Aqui, debaixo da aba do meu chapéu, passa o pensamento macabro de que isso tudo não passa de manipulação das massas.
Como você, não cedo ao sensacionalismo e aos exageros que têm se alastrado na imprensa nacional. Há pouco, fiquei de queixo caído ao ouvir a âncora de um telejornal, em rede nacional, referir-se aos acontecimentos de ontem como “17 de junho, o dia que entrou na história da democracia no Brasil”. Tenho ficado escandalizada ao ver a imprensa se deixar usar para divulgar a agenda da “esquerda mais a esquerda”.
Não digo que os argumentos utilizados por esses movimentos não sejam justos. Pelo contrário: reconheço que o valor das passagens dos transportes urbanos é caro sim. Principalmente porque não oferecem a qualidade devida a seus usuários, também porque empresários do setor, governantes e legisladores não oferecem solução para a mobilidade urbana. Sou contra o descomunal investimento público em obras para a Copa das Confederações, para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas em detrimento da saúde pública, da segurança e da educação.
Fico a me perguntar por que esses ativistas que têm saído às ruas nesses últimos dias não manifestaram nas urnas sua decepção com as questões reclamadas, haja vista serem questões que montam a épocas anteriores ao último pleito. Por que tem que acontecer essa manifestação de explosão emocional em um período em que os olhos do mundo, através da imprensa internacional, estão voltados para o Brasil por causa de um evento esportivo?
Quando olho para a história, vejo essa manifestação se espelhando na Revolução Russa, que culminou em uma ditadura. Vejo também esse grupo querendo repetir Paris de 1968 em São Paulo de 2013 (ou Rio, ou Belo Horizonte, ou Curitiba, ou Goiânia...). Parece coisa de “intectualóides”de esquerda semeadas em cabeças de jovens estudantes filhos de uma geração que foi treinada para não discutir política, não expor a própria opinião se esta for contrária a quem está no poder, filhos da omissão. Resultado: cabeças prontas a receberem qualquer semente, que não sabem diferenciar o joio do trigo.
Não concordo com o que está acontecendo. Vejo um “descompromisso” com o Brasil. Apesar de preservarem a bandeira nacional em ato no qual depredaram as bandeiras do Estado de São Paulo e da cidade de São Paulo, não demonstram entender o que está escrito em nosso pavilhão: Ordem e Progresso. Estamos testemunhando a ação de grupos que não respeitam a Constituição, o Estado Democrático de Direito, as instituições legalmente constituídas e a cidadania. Testemunhamos ao vivo, pelos noticiários televisivos e pelas redes sociais somente desordem e retrocesso.
Como você bem expressou em postsanteriores, eu também não reconheço nessas manifestações nenhuma representatividade de democracia ou de liberdade de expressão. Pelo contrário. Tenho a sensação de que há um sotaque demagógico em todo esse discurso arrogante que tem se gritado nas ruas das capitais brasileiras.
Preocupa-me o que não tem sido noticiado, do que querem desviar nossa atenção. Preocupa-me, também, a repercussão disso tudo nas urnas do ano que vem.
Fedora
©2013

terça-feira, 21 de maio de 2013

Barbosa, o homem errado dizendo as coisas certas.*

Reinaldo Azevedo | Veja.com

Reinaldo,
Realmente admiro o Ministro Joaquim Barbosa. Tenho, porém, um receio: de que muitos estejam depositando nele uma expectativa com uma tendência a transformá-lo em um novo “Sassá Mutema, o Salvador da Pátria”, ou no “Messias da Moral Política Nacional”.
Mamãe insistia em me dizer: “crie Zebu ou até Labrador ou Pitbul ou mesmo soja transgênica – expectativa não dá futuro, não gera lucro, minha filha…”. Ela também dizia que “quem diz o que quer, ouve o que quer e o que não quer”. Tenho também sofrido as consequências tanto disso como daquilo.
O Ministro Joaquim Barbosa traduziu em palavras o que eu também penso (e muitos dos leitores deste blog) sobre nossos “nobres” congressistas e partidos. Porém, concordo com você: certas pessoas não podem falar certas coisas, mesmo que essas coisas sejam certas. Nem tudo que dá certo é certo e vice-versa.
Mas, chega um momento, e já é passado da hora, que alguém tem que falar, formar opinião, fazer os outros pensarem e exercerem a liberdade de se manifestar sem medo. Ou, mesmo que com medo, assuma as consequências de não ficar em cima do muro, não sendo omisso ou indiferente.
Aderi à campanha do voto distrital. E assumi o compromisso de informar a quem eu possa alcançar sobre a importância da participação política, mesmo que não concorde com as causas que defendo e minhas argumentações. Não tenho a ilusão de alcançar a unanimidade. Afinal, já dizia Nelson Rodrigues: “Toda unanimidade é burra”.
O Ministro Joaquim Barbosa, independente da motivação pessoal de suas críticas, tem revelado o vácuo que se instalou na política nacional. Até que tenhamos a coragem e a firme decisão de falar de cidadania e política em nossos lares, em nossos círculos de relacionamentos, de maneira cristã. Conforme está escrito:
“Não importa o que aconteça, exerçam a sua cidadania
de maneira digna do evangelho de Cristo.”
(Filipenses 01:27a)
Fedora
©2013


* Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/barbosa-o-homem-errado-dizendo-as-coisas-certas/. Acesso em: 21 maio 2013.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Um post essencial – O “Golpe da Legitimidade”. Ou: o dia em que Tarso Genro cobrou um golpe de estado!*

Reinaldo Azevedo | Veja.com

Reinaldo,

Pode até ser que a maioria que foi votar tenha legitimado o mandato de Dilma como “presidenta” (sic) da brasuela. Mas, só 39,61% de todo o eleitorado brasileiro é que realmente votou nela. Ora, são 60,39% de brasileiros que, de certa forma, disseram NÃO ao PT.
 
Com uma legislação eleitoral que afirma que o voto é obrigatório e que a multa por não comparecer ao pleito é de menos de R$ 4,00, já está passando da hora de acontecer a tão falada Reforma Eleitoral!
 
Outrossim, proponho a criação, por parte dos partidos de oposição e de instituições preocupadas com o exercício democrático, de uma Escola de Política e Cidadania, visando à formação de cidadãos e futuros eleitores. Afinal, temos que “tirar o boné” para a petralhada: eles já fazem isso há algum tempo…

Fedora
©2010

* Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/um-post-essencial-o-%E2%80%9Cgolpe-da-legitimidade%E2%80%9D-ou-o-dia-em-que-tarso-genro-cobrou-um-golpe-de-estado/. Acesso em: 01 nov. 2010.

Pronto! Começou! MST comemora vitória de Dilma quebrando a cabeça de um adversário.*

 
MST destrói cinco mil pés de laranja no interior de São Paulo
 
Só falta eles lançarem a campanha:
 
“Para se proteger de quedas, tem que usar o boné.”
 
Quanto a nós, enlutados pela falta de bom senso na política, revelada ontem pelas urnas, diga-se, democraticamente, temos que começar uma campanha de conscientização e iniciar o que chamo de Escola de Política e Cidadania. Começar já a formar o eleitor do futuro. O que já deveríamos ter feito a muito tempo.. Afinal, temos de “tirar o boné” para os petralhas: eles já fazem isso – doutrinação – há muito tempo…

Fedora
©2010

* Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/pronto-comecou-mst-comemora-vitoria-de-dilma-quebrando-a-cabeca-de-um-adversario/. Acesso em: 01 nov. 2010.

sábado, 4 de setembro de 2010

“Não importa agora ganhar ou perder uma eleição; o que importa é defender as instituições”.*

Reinaldo Azevedo | Veja.com

Caro Reinaldo,

Há 4 anos, enquanto eu tentava convencer as pessoas a não votarem no PT, um colega de trabalho, militante do PT, dizia que seu partido havia se preparado para ficar no poder por, pelo menos, 25 anos.
 
Ai, ai, ai, ai, ai… Agora, estamos convictos do ‘modus operandi’ da petralhada: ações de guerrilha, com certeza. Se continuarmos nessa inércia, serão, pelo menos, mais 17 anos. Meus netos chegarão à maioridade sem saber o que é verdadeira democracia e verdadeiro exercício de cidadania, a não ser pelas histórias que contarei.
 
Bem, recuso-me a deixar isso acontecer com minha descendência. Vislumbro duas saídas: ou nós sejamos, também, militantes de nossas idéias ou o aeroporto. Sim, o aeroporto será minha última solução. Começo a pesquisar onde eu e minha família poderíamos conseguir asilo político.
 
Os acontecimentos dos últimos dias quase me fazem sentir saudades do regime militar. Quase. Ainda me resta um mínimo de bom senso.
 
Será que consigo asilo em Pasárgada? Dizem que lá, o rei é amigo. Se aqui não sou feliz, quem sabe lá serei? Quem sabe Bandeira fale bem de mim ao rei…

Fedora
©2010

* Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/nao-importa-agora-ganhar-ou-perder-uma-eleicao-o-que-importa-e-defender-as-instituicoes/. Acesso em: 04 set. 2010.

Quem é Reinaldo

José Reinaldo Azevedo e Silva é um jornalista político brasileiro, de orientação política conservadora ou, segundo ele próprio declara, inserido no campo da direita liberal e democrática. Fala e escreve o que quer ainda que não queiram. Na Jovem Pan, no RedeTV! News, na VEJA.com e na Folha de São Paulo.
Nascimento: 19 de agosto de 1961, Dois Córregos, São Paulo.
Obras: Contra o Consenso; O País dos Petralhas I; O País dos Petralhas II; Máximas de Um País Mínimo; Objeções de um Rottweiler Amoroso.
Educação: Universidade Metodista de São Paulo; Universidade de São Paulo.

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